segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quase agosto...

Correndo mais do que contra o tempo!!!!

Nesses últimos dias tomei vergonha na cara e voltei aos meus livrinhos! Tenho aproveitado inclusive para ler durante minhas caminhadas na esteira da academia... Se um dia eu cair, já tem explicação!

Aproveitei para ler dois livros da Meg Cabot! Adoro! E sim, eu sei que são livros de adolescente! Mas eu gosto como ela escreve. E gosto das histórias... É meu lado adolescente falando!

Li dois nos últimos dias... Mordida (o 29° de 2013) e Abandono (o 30°). Adorei ambos... O primeira era continuação de Insaciável, que li em 2011! Dois anos já! E o outro é o primeiro de uma trilogia! Os dois outros nem foram ainda lançados no Brasil. Esperar cansa e acaba me fazendo esquecer em parte... Por exemplo, comprei o Insaciável no Google Play pois tinha esquecido que já havia lido. Somente quando comecei a ler o livro foi que vi que eu já conhecia aquela história! Uma pena... Gastei vinte reais e alguma coisa num livro que já li... E tantos outros livros na minha lista de "eu quero" (só nessa lista, mais de trezentos livros só no Google Play)!!!!! Snif!!!!

O 31° livro foi o Sonetos de amor e desamor - Vários autores. Tenho de dizer, muito mais desamor do que amor! Como são trágicos os poetas... O que me lembra um poema do Vinicius de Moraes, que eu adoro, "O poeta". Pode ser lido nesse link: http://www.viniciusdemoraes.com.br/site/article.php3?id_article=1245. É longo, por isso resolvi não copiar e colar. Mas vale a leitura com toda a certeza

O 32° foi 'As grandes histórias da Mitologia Greco-Romana' de A.S. Franchini. Eu gostei! Adoro as histórias das lendas antigas...  Claro, muita coisa já até faz parte do imaginário popular... São tantas histórias que já conhecemos mesmo sem nunca ter lido efetivamente sobre elas... Acho que especialmente por esse motivo a leitura vale ainda mais... Já que a gente dá uma carinha mais nítida para todas essas histórias... Adoro!


Um comentário:

  1. É, os poetas são trágicos ou fingidos. Já dizia Fernando Pessôa: "O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor, a dor que deveras sente."

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