sexta-feira, 30 de março de 2012

Em março...


Bem... Março praticamente acabou... E eu queria ter lido bem mais! Espero ler uns 15 livro em abril! 

Os livros continuam sem muitos comentários. Sem tempo!


Livro 11: O caderno de Maya – Isabel Allende

Eu sou fã mesmo da Isabel Allende. Já li vários livros dela, e sempre me surpreendo quando leio um novo. Primeiro por conseguir escrever histórias tão distintas. Segundo por manter sempre a qualidade. Um dos meus livros preferidos de todos os tempos “Inês de Minha Alma” é dela. Então eu sei que sempre será uma leitura prazerosa... Até hoje, não me desapontei.

Fica sempre a sensação de “por que mesmo não leio mais dela?”.

 
Livro 12: Como piratearam minha vida - Alessandro Martins

O livro está disponível para download no http://livroseafins.com/. Eu adorei. E recomendo, assim como recomendo o site..

Livro 13: Michelangelo o Tatuador - Sarah Hall

Dados Técnicos:
Editora Nova Fronteira
Edição 2005
320 páginas

Antes de falar sobre o livro, vale comentar que o ganhei no meu aniversário de 26 anos. Sabe aquele livro que você começa a ler milhares de vezes e nunca termina? Pois é... Esse era um desses... Mas aproveitando meus dias de metrô, resolvi terminar, finalmente, essa leitura.

E o que eu achei do livro? Eu adorei! Arrependi-me de não o ter lido antes. Recomendo que todos leiam. Ainda mais os que gostam de tatuagens, assim como eu. Não é uma história sobre tatuagem, mas ela está lá. Em cada pedaço da história do protagonista.

Descrição do Submarino:
“Como uma linguagem extremamente poética, a jovem autora inglesa mergulha no universo dos tatuadores que tratam seu ofício como arte. Nesse romance que mais parece a vida real, Michelangelo, nome artístico de Cyrill, ingressa no universo das tatuagens como aprendiz de um mestre tirano e genial, do qual absorverá a arte, a ética e a visão de mundo que carregará para sempre. A história é repleta de lutas, frustrações, perdas e amores arrebatadores, narrados com a precisão e o lirismo de uma tatuagem, que precisa da dor e do sangue para se tornar arte. Ao relatar a trajetória de Cyrill, de uma cidadezinha no Norte da Inglaterra aos Estados Unidos e de volta a sua cidade natal, Sarah Hall reúne uma verdadeira fauna de personagens outsiders e atraentes, que vão surgindo, de acordo com o gosto da época, na narrativa, que vai da Primeira Guerra Mundial até os anos 70. O livro foi um dos seis finalistas do prestigiado Booker Prize no ano passado”.

Outro assunto:
Matéria bem interessante sobre a quantidade de livros lidos pelos brasileiros:
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/03/criancas-e-adolescentes-estao-lendo-menos-indica-pesquisa.html

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