terça-feira, 19 de julho de 2011

(Quase) Overdose de Shopie Kinsella


Faltam 13 dias para o mês de julho terminar e eu ainda quero ler 05 livros. Ou seja, preciso correr! Quem mandou enrolar na primeira metade do ano?

A minha lista de livros está crescendo... Estou com 05 livros emprestados de amigos, 05 da biblioteca do meu trabalho e mais uns 06 que comprei este ano e ainda não li. Isso sem contar com uma estante cheia de livros a serem lidos! Ou seja, posso passar o resto do ano sem comprar nenhum livrinho e ainda terei coisas para ler!

Livro 23: O segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella

Livrinho para relaxar... Não sou muito fã da autora, pois detestei a série dos livros da Becky Bloom. Tinha vontade de socar a protagonista. Esse livro, em contrapartida não me deu tanta vontade de matar a mocinha da história. Gostei da história! Serviu pra relaxar!

Para ler: Quando você estiver esperando uma consulta com um médico que atrasa horas e precisar de algo para relaxar!

Livro 24: Samantha Sweet, Executiva do lar -  Sophie Kinsella

E outra vez, uma protagonista menos desmiolada! Ainda bem! Não sei se eu conseguiria agüentar outra Becky Bloom!

Para ler: Quando você estiver esperando uma consulta com um médico que atrasa horas e precisar de algo para relaxar! [2]

Livro 25: A comédia dos erros – William Shakespeare e O mercador de Veneza - William Shakespeare

Vou tentar começar as “resenhas” sempre com alguns dados dos livros. Não sei se vou lembrar sempre de anotar, mas enquanto lembro...

Estes são “dois-em-um”. A Editora é a Nova Fronteira e a tradução é da Barbara Heliodora. E a edição é de 1990. Peguei emprestado da biblioteca do meu trabalho.

São cinco subtítulos. Uma  ‘nota da tradutora’, ‘o homem de Stratford’, ‘o teatro e a obra’, ‘as comédias’ e, finalmente, as duas peças, ‘A Comédia dos Erros’ e ‘O Mercador de Veneza’.

Primeiramente, gostei do livro, pois tem uma breve biografia do W.S. Além de falar sobre a tal conspiração de que ele é na verdade algum outro autor que escreveu sob o pseudônimo de William Shakespeare. Também fala sobre a obra de forma geral do W.S. Ou seja, além de boas peças, você tem uma introdução à história e à obra desse autor.

Uma vez lendo uma crônica na internet (desculpe, não lembro exatamente de quem), essa pessoa falava de livros que são conhecidos mesmo sem terem sido exatamente lidos. Ela citava “Alice no país das maravilhas”. Acho que esse é um ótimo exemplo, mas cito aqui os livros do W.S. Afinal, quem não conhece a história de “Romeu e Julieta”? Isso para falar da mais famosa tragédia dele. São livros conhecidos mesmo sem terem sido lidos. E por isso é interessante a introdução às duas peças. Assim você passa a conhecer mais.

Sobre as peças: Preferi a segunda à primeira. Obviamente, ambas são boas e podemos ver elementos dessas histórias em vários outros livros e filmes. Mas eu realmente gostei mais da segunda peça, ainda que tenha ficado com pena do judeu Shylock. Muito bom é que a partir da leitura, temos uma idéia da realidade e mentalidade da época.

Ou seja, mais que um livro, é uma pintura de uma época.

Obs: Ia escrever que era um retrato de uma época. Mas os retratos, com exceções das alterações, tendem a ser mais fiéis à realidade. A pintura pode até ser bem realista, porém, tende a refletir o autor da obra. Acredito que o livro seja isso. A realidade da época vista e retratada pelo autor William Shakespeare.

2 comentários:

  1. Ahhhhhhhhhhh eu adoro os livros da série Becky Bloom.. kkkkkk (sou "mulherzinha"?)

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